Nova lei de trânsito em Magé!

O novo código de trânsito de Magé permite passageiros andarem sem cinto de segurança. Veja como ficou o novo artigo:

“… É permitido ao motorista bem como todos os passageiros de veículos automotivos não usarem o cinto de segurança…

… no caso do motorista ou qualquer dos passageiros ganharem a eleição municipal local.”

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Homenagem: De C.R.O.

Dicró, o último malandroInfelizmente, o cantor e compositor dos sambas irreverentes não está mais entre nós. Dicró, aos 66 anos, morreu na última quarta-feira (25/04) de complicações devido a diabetes. Reclamando de fortes dores de cabeça, o sambista foi levado ao hospital de Magé, mas não resistiu.
Carlos Roberto de Oliveira ganhou a alcunha de Dicró por assinar suas composições apenas com suas iniciais. Daí as canções do sambista serem referidas como ‘canções de CRO’ foi questão de tempo. Pouco tempo.
Dicró escreveu sambas que abusavam da irreverência e do trocadilho de palavras. “A vaca da minha sogra” e “Melô da Galinha” são apenas algumas que ficarão na memória de seus fãs.

E como não poderíamos deixar passar este momento sem homenagear este ilustre morador de Magé, assista ao clip de um de seus sambas mais famosos, “O Bingo”.

Tenor mageense!

A vida é a maior inspiração para o cantor lírico Jacques Rocha. Foi em meio às lutas e às dificuldades que ele descobriu, ainda menino, que cantar aliviava o sofrimento e trazia paz à alma. Hoje, aos 34 anos, o dom para o canto, que aflorou, instintivamente na infância, pode transformá-lo, segundo maestros e professores, em um novo Pavarotti.

Filho de professora e pedreiro, Jacques aprendeu muito cedo que a vida pode ser dura. Quando tinha apenas 8 anos, a mãe teve um aneurisma. Esta seria a primeira doença, de muitas que viriam com a hipertensão. Filho dedicado, arrimo de família, ele cuida dela — que teve sete derrames — até hoje e ainda ajudou a criar o irmão mais novo, atualmente com 15 anos.

Era nos momentos de angústia que Jacques cantava para desanuviar os pensamentos. Não tinha discos de música clássica, nem ninguém na família que cantasse.

Negro e de família humilde, nascido e criado em Santo Aleixo, no município de Magé, ele é o estereótipo de quem não gosta de ópera— ou não deveria gostar. No entanto, aos 10 anos, já era apaixonado por música clássica. Passou a infância ouvindo óperas, em um radinho de pilha, sintonizado na Rádio MEC.

— Nunca tive uma vida fácil. Quando me sentia triste e com o coração apertado eu cantava embaixo do chuveiro — brinca ele, que já chegou a dormir na rua, com mendigos, por falta de dinheiro para pagar o táxi.

Ele começou tarde a buscar o ensino do canto lírico, mas foi aprovado pela banca de exames da escola de música Villa-Lobos, aos 21 anos.

Joel Teles de Souza, 60 anos, o primeiro professor, conta que tem com Jacques uma história de amizade e identificação.

— Ele é dono de uma voz excepcional. Pode se tornar o próximo grande nome do canto erudito.

Há menos de dois anos, Jacques procurou a professora de canto Teresa Fagundes para apurar a técnica. Cheia de orgulho, ela afirma que o cantor é uma das maiores descobertas, dos últimos tempos:

— Ele tem uma voz generosa e superagudos fáceis. Jacques supera todas as expectativas. Pode ser o nosso Pavarotti — afirma a professora de canto.

heatro Municipal: aprovado com louvor

Em 2008, durante uma audição pública, Jacques foi aprovado com louvor para o coro do Municipal. O diretor artístico interino e regente titular da orquestra sinfônica do Municipal, o maestro Silvio Viegas, diz que Jacques sempre buscou o seu caminho.

—Ele participou de três óperas como solista. Todos só têm elogios a ele.

Para Fernando Bicudo, diretor artístico da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), o cantor tem futuro.

— Quando o vi cantando pela primeira vez a ópera “A filha do regimento” , de Donizetti, fiquei impressionado. Ela tem nove dós, é dificílima. Ele alcança notas como Pavarotti. E acrescenta:

— Trabalho não vai faltar. Ele vai abrir a temporada da OSB, com a primeira audição no Brasil da ópera “O rei pastor”, de Mozart.

Será no dia 6 de maio, às 15 horas, no Teatro Tom Jobim, no Jardim Botânico.

Fonte: Extra

FLATUS POPULI

Qual a diferença entre oportunidade e oportunismo?

Zequinha – Barbuda

RESPOSTA DO BLOG: Podemos dizer que oportunidade é a chance que você tem e não pode deixar passar. Isto, pro exemplo, é uma oportunidade:

Já oportunismo é se aproveitar do problema alheio, algo assim: